Jovem foi estrangulada até a morte por causa de gravidez extraconjugal

Por Alencar Pereira sábado, 12 ago 2017 20:26 PM

20293014_324277528026899_8872800242887076645_nA jovem Ana Carolina Prestes, de 22 anos, grávida de quatro meses, foi estrangulada até a morte, segundo informações da Polícia Civil de Palmas, no sul do Paraná, que concluiu o inquérito e elucidou o crime de homicídio, na última quinta-feira (10) após a confissão do casal de 24 e 30 anos que havia sido detido no último sábado (05). Durante interrogatório, a dupla confessou ter matado a mulher por causa da gravidez extraconjugal.

O delegado, Vyctor Hugo Guaita Grotti, responsável pelas investigações, explicou que Ana Carolina saiu de casa para encontrar o suspeito do crime: um homem casado de quem estava grávida e mantinha um relacionamento há mais de um ano.

Já no carro do amante a poucos quilômetros da cidade, a vítima foi surpreendida pela esposa do rapaz. Diante da situação, Ana se revoltou com a presença da mulher e partiu para cima do amante, momento em que foi estrangulada ainda dentro do veículo.

Após ser morta, o casal tentou enterrá-la, como não conseguiram, abandonaram o corpo, localizado 22 dias após o registro de desaparecimento em uma estrada vicinal às margens da PR 912 que liga Palmas a Coronel Domingos Soares,  via Ponte Chopim.

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A vítima no dia 10 de Julho, havia registrado um Boletim de Ocorrência relatando que estava grávida de um homem casado – que era seu colega de trabalho – e estava sofrendo ameaças e sendo obrigada a abortar o bebê. Contou ainda que o homem  lhe fez ingerir diversos medicamentos para provocar a interrupção da gravidez.

No final da tarde de sexta-feira (11) a advogada responsável pela defesa do casal, em nota ao RBJ, relatou que foi procurada para fazer a defesa do casal e que não iria passar informações a pedido dos seus clientes. Relatou que todos os cidadãos merecem a ampla defesa e o devido processo legal.

O casal foi indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver e se encontram detidos na 5ª SDP de Pato Branco. Se condenados, poderão pegar até 30 anos de prisão.

Foto: Alencar Pereira
Foto: Alencar Pereira/Rádio Club – Rede Bom Jesus de Comunicação